Turismo no Porto: como poupar ao visitar a cidade tripeira

O Porto é uma das cidades com mais história, cultura e oferta de entretenimento. De facto, foi eleita ‘Melhor Destino Urbano da Europa’ pelos World Travel Awards. Devido à sua popularidade turística e ao aumento do custo de vida, visitá-la requer um desembolso que nem todos os viajantes estão dispostos a assumir.

Não obstante, poupar nesta experiência é possível, e uma forma de consegui-lo é estacionar nos parques low cost aeroporto porto ou em qualquer um dos parques dissuasores situados na periferia do município.

A decisão de estacionar no próprio aeroporto permite, em primeiro lugar, evitar a massificação e o custo extra do centro histórico, onde existe uma grave escassez de parques e o acesso está regulado pelas zonas ZOC e ZAC. Para o turista, é mais conveniente usar as linhas de autocarro e de metro ou os táxis e TVDE que ligam o aeroporto ao Porto.

Para economizar no transporte público e na entrada em monumentos e atrações, os viajantes inteligentes não hesitam em obter o Porto Card. É o cartão turístico oficial do Porto e oferece descontos em diferentes serviços (teleférico, museus, etc.).

As despesas de alojamento representam uma parte avultada do orçamento de cada viajante. O mais recomendável é ‘fugir’ das zonas mais caras e exclusivas do município luso, como a Boavista, Foz do Douro ou a Ribeira, apostando em seu lugar nos hotéis e apartamentos turísticos de bairros como Marquês, Cedofeita e Bonfim.

Na hora de comer, a gastronomia portuense é um digno expoente da cozinha mediterrânica, mas os recém-chegados devem evitar aqueles locais que estejam orientados para o turismo. A relação qualidade-preço nos seus menus não é a mais ajustada. A comida de rua e os restaurantes afastados do centro são uma melhor opção para saciar o apetite como um local, sem pagar como um turista.